Iguá faz 9 anos e consolida ciclo de eficiência operacional | Iguá SA

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Iguá faz 9 anos e consolida ciclo de eficiência operacional

Iguá faz 9 anos e consolida ciclo de eficiência operacional

20 de julho de 2026

São Paulo, julho de 2026A Iguá Saneamento completa nove anos de atuação com presença em 120 municípios de seis estados brasileiros e serviços de água e esgoto que beneficiam cerca de 6 milhões de pessoas. Desde sua criação, em 2017, a companhia já investiu mais de R$ 15 bilhões em concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs).

Com ativos em diferentes estágios de maturidade, a empresa combina operações consolidadas com concessões recentes em fase de expansão da infraestrutura. O portfólio sustenta uma nova etapa voltada à execução dos projetos contratados, à ampliação dos serviços e ao ganho contínuo de eficiência operacional.

“Chegamos aos nove anos com uma trajetória consistente e uma visão clara sobre os próximos passos. Nossa prioridade é transformar a capacidade construída ao longo desse período em execução, ampliando a qualidade dos serviços e os benefícios gerados para a população”, afirma René Silva, CEO da Iguá Saneamento. 


Avanços nas operações 

A concessão de Sergipe traduz esse novo momento da companhia. No primeiro ano de operação plena, a Iguá investiu cerca de R$ 250 milhões, regularizou o abastecimento em 81 localidades e executou obras que ampliaram em aproximadamente 9,4 milhões de litros por dia a capacidade de distribuição de água, com benefício direto para mais de 70 mil pessoas. Responsável pelos serviços em 74 municípios e pelo atendimento a aproximadamente 2,3 milhões de pessoas.

Para 2026, estão previstos novos investimentos, com a implantação e modernização de 103 sistemas de bombeamento, 60 reservatórios, mais de 57 quilômetros de adutoras e aproximadamente 426 quilômetros de redes. As obras devem reforçar a regularidade e a segurança do abastecimento para quase 1 milhão de pessoas.

No Paraná, a Iguaçu Saneamento investiu mais de R$ 9,5 milhões no primeiro ano de operação plena da PPP com a Sanepar. Foram implantados cerca de quatro quilômetros de redes e realizadas 657 novas ligações de esgoto, conectando imóveis ao sistema de coleta e tratamento nos 28 municípios atendidos. A operação também modernizou estações de tratamento e ampliou em 45% sua equipe, fortalecendo a capacidade de manutenção dos sistemas e de expansão dos serviços.

No Rio de Janeiro, a revitalização do Complexo Lagunar da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá já resultou em remoção e destinação adequada de 346,5 toneladas de resíduos sólidos e no plantio de mais de 83 mil mudas de mangue. Com investimento de R$ 250 milhões, as intervenções atuam na recuperação das lagoas e das áreas de manguezal, onde já foi observado o retorno de espécies ao ecossistema. 

O projeto é complementado pelos Coletores de Tempo Seco, que recebem R$ 126 milhões e interceptam lançamentos irregulares de esgoto antes que cheguem às lagoas, beneficiando mais de 100 mil pessoas. Também avançam a modernização da ETE Barra da Tijuca, com investimento de R$ 170 milhões, e a implantação de novas adutoras na Zona Sudoeste da cidade, que somam cerca de cinco quilômetros e reforçarão o abastecimento de bairros como Recreio dos Bandeirantes, Vargem Grande e Vargem Pequena.

Em Cuiabá, os cerca de R$ 1,5 bilhão investidos desde o início da concessão contribuíram para que a cobertura de esgoto alcançasse 93% da população. Entre as obras em andamento está a ETE Sul, que ampliará a capacidade de tratamento para atender cerca de 42 mil pessoas. No abastecimento, o Reservatório Belvedere acrescentou 4 milhões de litros à capacidade de armazenamento do sistema e reforçou a segurança hídrica de mais de 80 mil moradores, especialmente nos períodos de maior consumo.

“A evolução das operações se traduz em sistemas mais seguros, maior capacidade de atendimento e serviços que respondem às necessidades específicas de cada território. São entregas que fortalecem a infraestrutura existente e criam condições para ampliar o acesso ao saneamento com qualidade e continuidade”, afirma René Silva. 

Estrutura financeira preparada para um novo ciclo 

O amadurecimento das operações também foi acompanhado pelo fortalecimento da estrutura financeira da companhia. A estratégia combina capital próprio, financiamentos de longo prazo e geração operacional para apoiar a expansão dos serviços e a execução dos investimentos previstos nas concessões.

Em 2025, a companhia registrou receita líquida ajustada de R$ 2,72 bilhões e EBITDA ajustado de R$ 1,16 bilhão. Já no primeiro trimestre de 2026, a receita líquida ajustada alcançou R$ 823,7 milhões, crescimento de 47,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto o EBITDA ajustado avançou 48,6%, totalizando R$ 374,1 milhões.

Em 2026, a estrutura foi reforçada por um aumento de capital de R$ 700 milhões realizado pelos acionistas da companhia e pela emissão de R$ 1,04 bilhão em debêntures verdes junto ao BID Invest para financiar a concessão de Sergipe. Os recursos ampliam a capacidade de execução do portfólio e oferecem maior previsibilidade para o cronograma de investimentos. 

“Seguimos uma estratégia pautada pela disciplina financeira e pela alocação responsável dos recursos. Esse equilíbrio é fundamental para cumprir os compromissos assumidos nas concessões e acompanhar a evolução dos ativos ao longo de seus diferentes ciclos de desenvolvimento”, diz o CEO da Iguá.

Sustentabilidade como estratégia de negócio 

A sustentabilidade segue como um dos pilares da estratégia da Iguá. Hoje, sua atuação está estruturada em quatro pilares: universalização do saneamento, eficiência operacional e disciplina financeira, natureza, clima e circularidade e relacionamentos íntegros e construtivos.

Em 2025, a Iguá destinou 16 mil toneladas de lodo gerado em suas operações. Desse total, 9.073,95 toneladas, o equivalente a 54%, foram reaproveitadas na produção de compostos orgânicos, na recuperação de solos e na indústria cerâmica, reduzindo o volume encaminhado para disposição final e reinserindo o resíduo em novas cadeias produtivas.

Na frente social, a companhia investiu R$ 6,8 milhões em iniciativas que beneficiaram mais de 146 mil pessoas em 50 municípios, em parceria com 463 instituições. Entre as ações está o Projeto Abastecer, que prevê a entrega de 714 caixas-d’água e 1.188 kits com boias para 714 famílias de oito municípios. Ao todo, 2.142 pessoas serão beneficiadas diretamente com estruturas que permitem armazenar água e reduzir os impactos de oscilações ou interrupções no abastecimento. 

Sobre a Iguá Saneamento: A Iguá Saneamento é uma das principais empresas privadas do setor de saneamento no Brasil, com atuação em 120 municípios de seis estados: Alagoas, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe. Por meio de concessões e parcerias público-privadas, a companhia presta serviços de água e esgoto que beneficiam cerca de 6 milhões de pessoas. Com foco na universalização do saneamento básico no país, eficiência operacional e geração de impacto socioambiental positivo, a Iguá realiza investimentos estruturantes em expansão de redes, modernização de sistemas e inovação, além de ações educacionais e de sustentabilidade. 

A companhia é signatária do Pacto Global da ONU e atua nos Movimentos Ambição 2030, com foco na segurança hídrica, enfrentamento das mudanças climáticas, valorização de resíduos sólidos, e aumento da diversidade na liderança. Também é reconhecida com o selo Women on Board (WOB), iniciativa independente apoiada pela ONU Mulheres que reconhece empresas com participação feminina efetiva em conselhos de administração. 

Saiba mais em www.igua.com.br. 



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